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8 de ago de 2012

O cão e a humanidade_ por Lucas Gonzaga






 por Lucas Gonzaga

Estás a julgar o que não pode ver, pois está dentro de mim.
Tentando em vão avaliar o que pouco pode sentir e, sentindo pouco, não podes avaliar o todo, isto é, não pode ter a verdade.
 O que te transmito é pouco e apenas o que não é bom, porque o que guardo em mim te faria ir às nuvens, entretanto é impedido de sair de mim pelas grades do orgulho.
Eu, sou eu, o carcerário que pode abrir esta grade, liberando tudo isso, um turbilhão de sentimentos que se de longe ver, pode até parecer uma onde furiosa.
Mas aí vai chegando pertinho, fazendo espuma, devagar e delicada, trazendo sensações nobres e alegria de viver.
Ao certo, não sei dizer nem se orgulho é.
Possível ser algo mais parecido com o receio.

Ódio? Não, está confundido, me julgando pela mais pura e enganosa aparência.
Quem vê um cão pondo os dentes para fora, seu olhar contraído e o peito estufado pode julgá-lo dizendo: 
_ este tem ódio!
Mas perceba, olhe o quadro geral, “o todo é maior que a soma das partes”, que ele mesmo rosnando aos poucos recua, dirige habilidosamente as patas para trás.
A habilidade não é dele, surge do medo. Parece valente? 
Não, a valentia não é dele, é valentia do medo. 
E o medo nos traz esta triste possibilidade: comparar um cão com a humanidade!

1 Comentários:

thais villalba disse...

Quando escrevemos com o coração temos a capacidade (acho que isso vem da alma, da parte de Deus) de tocar o coração dos outros, de mudar vidas!!!!! de fazer o fruto crescer em meio a calamidade!!!!!! mto obrigado por poder proporcionar isso as pessoas!!!!!! tocar a alma, no fundo de um ser.......... mto obrigado!!!!!!!!!!!!!!!! mesmo..............

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