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2 de jan de 2012

Top Five dos posts mais vistos da semana




Aqui estão os cinco textos mais vistos desta semana. Achará muitas vezes entre esses, contos e crônicas, crítica ou propostas pedagógicas, textos sobre educação e algumas coisas mais, porém é provável que sejam textos sobre Religião e Política que são os temas principais do blog. Vamos ver no que deu esta semana?

1º_ 2012: o assunto mais insuportável de 2012!

 Estamos em reta final para este fim de ano, sendo assim, aproxima-se cada vez mais o tal 2012. Todos percebem que quanto mais nos aproximamos de 2012, mais se fala de 2012. O tal, que quase está me soando como uma entidade, se assemelha a uma pessoa a forma que falam deste ano. Já está parecendo até ter vida! é tido como uma espécie de ano em que se cumpre, para uns, uma profecia específica; para outros uma mudança de Era; para ainda outros mais simplesmente a devastação de parte muito grande dos seres humanos vindo como uma forma de juízo; e para mais uns, nada mais, nada menos que o fim de tudo.

        E o que eu prevejo? Alguns andam a me perguntar sobre esse tema, alegam que apenas falo de assuntos sérios. O seguinte, já que estão todos nesta expectativa, por que não organizamos uma espécie de bolão? (risos). Eu logo dou a minha hipótese, vamos descontrair um pouco: [...]Para ler o restante, click AQUI
 


por Lucas Gonzaga

Está sem perspectiva de vida? Deu tudo errado? Está no fundo do poço? Deu o melhor de si nesta vida, estudou, trabalhou, fez e aconteceu e não obteve um resultado justo? Ou até para você mesmo que vagabundeou toda a sua vida e nada fez para colaborar com nada. Se você quiser enriquecer a coisa é simples: crie uma igreja!

Mas não é tão fácil, não pode sair criando qualquer igreja. Você pode criar seu estilo de igreja, pode montá-la como uma moderninha e bem liberal ou bem conservadora e rígida. Ou para driblar os dois esquemas, pode colocar na fachada da igreja uma frase de efeito que diga que ela é equilibrada. Isso é com você! O foco não está aí, essas coisas são o de menos. O que você precisa é saber em torno do que sua teologia irá girar. E isso em combinação com um governo autoritário. O que digo aqui não é o que percebi estando de fora das igrejas, é o que vi e vivi estando dentro delas. Segue aqui dicas fundamentais:   [...]Para ler o restante, click AQUI
 
 


Caros leitores, estou possuído da mais absoluta certeza de que muitos ficarão pasmos com tudo que irei dizer: consegui me infiltrar em uma reunião de Conspiração Gay. Meu coração foi a mil por dois motivos, o 1º é que eu tinha medo de ser descoberto e sei lá, de repente ao ser descoberto ter que receber alguma espécie de tortura sexual! “Tá amarrado, né?”, o segundo motivo do porque que meu coração foi a mil foram os absurdos que vi e ouvi. Os Gays realmente querem acabar com a família, querem absurdos de privilégios, estão até formando um plano para que surja um(a) presidente Gay! Estamos perdidos senhores, perdidos. A humanidade irá acabar! O que me deixou mais tenso é que para entrar eu teria que provar que era Gay e de uma forma muito constrangedora, no entanto me safei ao inventar um tanto de doenças: suspirei profundamente aliviado ao perceber acreditaram em minha lorota! Ufa!

Bom, tudo isso acima seriam as discrições de algum retardado difamador, que nunca se aproximou para saber o que ocorre, e claro, nem tem interesse, o que importa mesmo para os ignominiosos sujeitos é inventar e falar mal mesmo. Tudo isto consiste naquela mesma briga de raças, de que uma é superior e a outra inferior, uma é fruto do pecado e a outra não. Assim essa briga era levada nos E.U.A, as igrejas também tinham uma tal de “base bíblica” para afirmar a inferioridade do negro. Mortes e violências aconteciam constantemente sem mais nem menos, muitas das vezes simplesmente pela circunstância de um negro não levantar-se automaticamente quando um branco entrasse no ônibus. 
 
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Tive que voltar.

Já me preparava pra trocar de roupa e dormir - acordo cedo amanhã - quando, após matéria do Jornal Nacional sobre Cuba(a última da série), precisei religar meu computador e escrever este texto.

Que o mundo material determina grande parte do que a gente vê deveria ser óbvio. Isso não quer dizer que cultura não possa gerar cultura, movimento político não possa gerar movimento político, etc. Mas, em todas essas transformações, a base material é imprescindível para se obter uma análise mais acurada sobre a sociedade.

Não bastassem as notícias sobre a Coreia do Norte, a Globo inventou de fazer uma semana de matérias sobre Cuba. E, novamente, a conversa sobre liberdade.
Aqui no Brasil capitalismo e democracia não se falavam muito. Precisamos de ditaduras para o capitalismo se fortalecer como modo de produção(Getúlio Vargas em 1937, os militares em 64). E realmente liberalismo econômico e democracia foram postos juntos recentemente em todo o mundo. Podemos observar todo um Estado e um ordenamento jurídico democrático-burgueses em vários países do Ocidente. Novamente, uma superestrutura(no caso, o regime político e o ordenamento jurídico) sobre uma estrutura material(o capitalismo). Impossível analisar os primeiros sem olhar para o segundo. Um exemplo é o cômico "todos são iguais perante a lei", que iguala proprietários(dos meios de produção) e não proprietários frente ao Estado. Porém, quando voltam ao seu cotidiano, um é fatidicamente mais forte que o outro; quando disputam judicialmente, um é absurdamente mais forte que o outro.
 
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 Já presenciei muitas coisas no decorrer de minha vida. “Morei” vinte anos na rua, agora sou fugitivo.  Com relação a um morador de rua, acredito que deveriam atentar-se para aquela frase “as paredes têm ouvido”, embora na literalidade as paredes não a tenham é fato que moradores de rua o tenham, e mais, também temos olhos. Só que ninguém percebe esta obviedade, todos pensam que mendigos são loucos ou cachaceiros. Quem inventou esta tática, hoje em dia é uma lenda em nossa Agência. Primeiro pelo fato de ter inventado este conceito do mendigo-espião e segundo por tentar ressaltar em nossa Agência a aparência de louco ou alcoólatra aos agentes, pois faz realçar o desprezo nas pessoas para conosco, o que por sua vez dá margem para que criminosos de rotina e subversivos sintam-se a vontade em nossa presença. Cuidado com o que fala perto de um mendigo!

         Você irá dizer que nunca ouviu uma história de que alguém tenha visto mendigo com celular? Nunca viu mendigo em pegadinha de TV que esteja pedindo esmola e de repente atende o celular? Eu sei que você já ouviu histórias deste tipo, sim. Sua cabeça agora deve estar dando nó. Infelizmente foram agentes, principalmente iniciantes, que deram mancadas e deixaram que os outros percebessem. Quando (no caso as pessoas que avistaram mendigos-espiões com celular) havia sido alguém que trabalhava, morava ou estudava por perto de onde o mendigo ficava, ou seja, uma pessoa que tinha sua rotina em torno da localização do “mendigo”, a Agência ao perceber que ela ficava retornando ao local para tentar observar, entender o porquê, por curiosidade o mendigo com celular, o que fazíamos é simples. Logo usávamos alguma agente, com aparência de cidadã comum, simulando acusação de roubo, acompanhada de algum policial, apontando para o mendigo que foi visto com celular. Muitos caem nessa, outros já dão mais trabalho que explicarei depois o que fazíamos.

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