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4 de dez de 2011

Top Five dos posts mais vistos da semana



Aqui estão os cinco textos mais vistos desta semana. Achará muitas vezes entre esses, contos e crônicas, crítica ou propostas pedagógicas, textos sobre educação e algumas coisas mais, porém é provável que sejam textos sobre Religião e Política que são os temas principais do blog. Vamos ver no que deu esta semana?
 


Caros leitores, estou possuído da mais absoluta certeza de que muitos ficarão pasmos com tudo que irei dizer: consegui me infiltrar em uma reunião de Conspiração Gay. Meu coração foi a mil por dois motivos, o 1º é que eu tinha medo de ser descoberto e sei lá, de repente ao ser descoberto ter que receber alguma espécie de tortura sexual! “Tá amarrado, né?”, o segundo motivo do porque que meu coração foi a mil foram os absurdos que vi e ouvi. Os Gays realmente querem acabar com a família, querem absurdos de privilégios, estão até formando um plano para que surja um(a) presidente Gay! Estamos perdidos senhores, perdidos. A humanidade irá acabar! O que me deixou mais tenso é que para entrar eu teria que provar que era Gay e de uma forma muito constrangedora, no entanto me safei ao inventar um tanto de doenças: suspirei profundamente aliviado ao perceber acreditaram em minha lorota! Ufa!

Bom, tudo isso acima seriam as discrições de algum retardado difamador, que nunca se aproximou para saber o que ocorre, e claro, nem tem interesse, o que importa mesmo para os ignominiosos sujeitos é inventar e falar mal mesmo. Tudo isto consiste naquela mesma briga de raças, de que uma é superior e a outra inferior, uma é fruto do pecado e a outra não. Assim essa briga era levada nos E.U.A, as igrejas também tinham uma tal de “base bíblica” para afirmar a inferioridade do negro. Mortes e violências aconteciam constantemente sem mais nem menos, muitas das vezes simplesmente pela circunstância de um negro não levantar-se automaticamente quando um branco entrasse no ônibus.

 Todo este clima conspirativo foi inspirado no último discurso do Deputado Marco Feliciano, discurso que tive o desprazer de ler, um pedaço aqui:

“Trata-se de uma CONSPIRAÇÃO! Sim senhoras e senhores! Uma conspiração contra o certo, contra a família, contra a continuidade da existência humana!”, disse ele.[...]
 
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        Estamos em reta final para este fim de ano, sendo assim, aproxima-se cada vez mais o tal 2012. Todos percebem que quanto mais nos aproximamos de 2012, mais se fala de 2012. O tal, que quase está me soando como uma entidade, já está parecendo até ter vida, é tido como uma espécie de ano em que se cumpre, para uns, uma profecia específica; para outros uma mudança de Era; para ainda outros mais simplesmente a devastação de parte muito grande dos seres humanos vindo como uma forma de juízo; e para mais uns, nada mais, nada menos que o fim de tudo.

        E o que eu prevejo? Alguns andam a me perguntar sobre esse tema, alegam que apenas falo de assuntos sérios. O seguinte, já que estão todos nesta expectativa, por que não organizamos uma espécie de bolão? (risos). Eu logo dou a minha hipótese, vamos descontrair um pouco:

1º_ De tanto falarem de 2012 com anos de antecedência até o ano específico, os mais impacientes e os mais medrosos já estão desenvolvendo alguma doença, que eu particularmente prefiro chamá-la de: Síndrome de 2012. A maioria desses morrerá na comemoração do Reveillon (Ano novo), outros se suicidarão, e outros mais, de ouvirem com mais intensidade ainda sobre 2012 no próprio ano de 2012 acabará por sucumbir de infarto ou algum outro tipo de ataque apopléctico que eu não saiba denominar. Para ler o restante, click AQUI
 
 
 
Frei Betto
A visão que temos do mundo interfere em nossa visão de Deus, assim como o modo como entendemos Deus influi em nossa visão da vida e do mundo. Ao longo de 1.000 anos predominou, no Ocidente, a cosmovisão de Ptolomeu, que considerava a Terra centro do Universo. Isso favoreceu a hegemonia espiritual, cultural e econômica da Igreja, encarada pela fé como imagem da Jerusalém celestial.

Com o advento da Idade Moderna, graças à nova cosmovisão de Copérnico, logo completada por Galileu e Newton, constatou-se que a Terra é apenas um pequeno planeta. Qual mulata de escola de samba, dança em torno da própria cintura (24 horas, dia e noite) e do mestre-sala, o Sol (365 dias, um ano). O paradigma da fé deu lugar à razão, a religião à ciência, Deus ao ser humano. Passou-se da visão geocêntrica à heliocêntrica, da teocêntrica à antropocêntrica.

Agora, a modernidade cede lugar à pós-modernidade. Mais uma vez, a nossa visão do Universo sofre radicais mudanças. Newton cede lugar a Einstein, e o advento da astrofísica e da física quântica nos obrigam a encarar o Universo de modo diferente e, portanto, também a ideia de Deus.
  
Se na Idade Média Deus habitava "lá em cima” e, na Idade Moderna, "aqui embaixo”, dentro do coração humano, agora conhecemos melhor o que o apóstolo Paulo quis dizer ao afirmar: "Ele não está longe de cada um de nós, pois nele vivemos, nos movemos e existimos, como alguns dentre os poetas de vocês disseram: 'Somos da raça do próprio Deus'" (Atos dos Apóstolos 17, 27-28).
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Escola, um local, uma instituição formada com seus componentes tais como: o corpo docente, administrativo, pedagógico, os próprios educandos, enfim, a Comunidade Escolar, da Merendeira ao Diretor. Designados para as funções, obviamente condizentes com o que se propõe a cada cargo. Instituição direcionada para certos fins, fins estes que, quando indagados, as respostas convencionais podem soar aos críticos como clichês repugnantes, respostas vagas e para os mais severos, digamos que até nauseantes. Se houver indagações sobre qual seria o papel da escola para a sociedade é possível que surja a resposta de que:

Esta instituição seria de utilidade com o fim de educar, formar, desenvolver moral, socializar, transmitir conteúdos.

      Contudo encontra-se no ar uma pseudo-incógnita: Tal instituição seria via de educação, formação de personalidade e de moral, de socialização, ética e tudo o mais, segundo os paradigmas de quem? Quem ou o que iria ser privilegiado com e resultado da maneira de educação? Seria igualitária ou dualista? Diferenciando objetivos para educação da elite e da popular?

       Então, pode-se concluir após breves perguntas que a questão não é nem pode ser abordada de forma simplista. A intenção aqui é introduzir para que nós: professores, educadores, pais, parentes, cidadãos, enfim, todo e quaisquer interessados em educação e no futuro da humanidade, não esquecendo o presente, é claro, venhamos a procurar insistentemente respostas sobre a educação. A questão não gira em torno apenas de qual seria o papel da escola, todavia de que forma seria aplicada. Como nos ensina, com sua argumentação arguta, Paulo Freire, não há educação apolítica. Está aí para todos lerem, simples e engenhoso, sem chances de se poder refutar, o livro do Mestre “Pedagogia do oprimido”. Como diz uma conhecida professora “Paulo Freire cada vez sempre mais atual!” Para ler o restante, click AQUI
 
 
Aqui começa a 1º passo da série “Alguns passos para chegar ao paraíso”. Não tenho como objetivo perambular com palavras pelas mesmas coisas que todos já conhecemos, fazer variações de um mesmo tema. Procuro destrinchar por outros lados de um prisma sobre cada assunto que abordarei.


    1º _ Procure dentro de si mesmo algo que chamamos de fé, isto é, crer no impossível – sei que é meio clichê-, porém é crer mesmo que não haja provas de existência, mesmo sem evidências apresentadas. Daí, fazendo isto, você estará obedecendo algo que Cristo disse: humilhar a si mesmo! Pois, deveras que crer no impossível é humilhar a si mesmo, é idiotizar-se! Crer sem evidências é pular em um abismo sem saber qual é o seu fundo, se confortável ou agonizante. Estenda a mão ao invisível e espere a resposta, claro, se realmente conseguir acreditar, caso contrário, nem mesmo comece.

Fé é ter a mais absoluta certeza daquilo que se espera, logo a fé é uma certeza com base na esperança. Todos têm fé, até ateus têm fé. Deve ficar claro aqui de que quem se incomoda com palavras como “Deus”, “Jesus”, “Igreja”, esqueçam estas palavras, que fique claro falo de espiritualidade.

Quem espera, espera algo. Como esperar um ônibus, por exemplo, ou como esperar o sol. Como sabemos que virão? Pela mais pura dedução! O que foi impossível para seres humanos à milênios atrás, já é possível hoje. Talvez se levarmos todos os nossos aparatos tecnológicos em uma espécie de viagem do tempo para a antiguidade, é provável que pensem que somos deuses. Eles pouco se importarão com o processo de como ocorre a eletricidade, por exemplo, o que os impressionará é o efeito e não a causa, ficarão estupefatos. 
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