Pesquisar este blog

23 de dez de 2011

A pequena diferença entre o homem e o macaco: destruiu o mundo e agora pode salvar!









Surgem dia após dia provas de como a humanidade pode ter seu fim. Através da água, através da falta de alimentos e até mesmo, pasme, através do crescimento da população mundial! Mas a diferenciais em nós mesmos que podem nos ajudar a nos salvar da enrascada que criamos. Aliás, enrascada que é promovida por apenas 20% dos habitantes da terra, estes no caso são produtores, grandes empresários e industriais responsáveis pelo fim do mundo. Mas não apenas eles, quem consome e se omite ajuda nesta enrascada. Até porque, aliás, eles não continuariam afazer o que fazem se não houvesse gente para comprar. Precisamos fazer algo, conselho Gandhiano: seja você a revolução que acha necessário. 

Vamos trocar e desenvolver idéias: tenhamos esperança! Segundo a ciência o mundo esteve perto do fim por 15 vezes, e nestas 15 vezes conseguiu se sair bem e mais: evoluir! Sempre após a crise acabava por evoluir. Muitas dessas vezes, quase todas, o ser humano nem sequer existia.

Uma linha de estudos de antropogênese diz que a cargas genéticas de seres humanos e seus semelhantes símios superiores, isto é, chimpanzés, gorilas e orangotangos, são quase idênticas. A diferença se encontra em apenas 2%. Incrível: somos diferentes destes seres em apenas 2%!

Quais seriam estas principais diferenças? A capacidade de sociabilidade, a grande e aclamada habilidade de cooperação e a potencialidade para se conviver. Há de surgir a pergunta em algum momento: Chimpanzés não possuem vida societária? Sim, claro que sim, mas existe diferença. Os chimpanzés vivem societariamente na lógica da dominação, da hierarquia e do assujeitamento do outro. Por isso podemos facilmente perceber que as relações entre eles são extremamente dominadoras, onde se impera a luta do mais forte.



A humanidade foi a espécie que mais atrapalhou no desenvolvimento da vida da terra. Um cientista da um exemplo interessante. Ele compara o tempo de existência da terra a um relógio, ele diz que no tempo do relógio o ser humano aparece nos últimos 10 segundos. E nestes 10 últimos segundos a humanidade conseguiu fazer o que está fazendo: emitir gases que atrapalham a biosfera, os ecossistemas e, com o industrialismo somado ao consumo como estilo de vida, que aumenta cada vez mais, sugar, explorar os recursos que são naturais ao ponto de já estar quase perdendo a capacidade de resposta. 

O que seria esta capacidade de resposta? Quando exploramos a terra para fabricarmos nossas coisas fúteis, como por exemplo, o chaveiro do Kiko- Personagem da Turma do Chaves, foi a primeira coisa que vi na frente para falar (risos)- a Terra tem uma capacidade própria de regeneração. É como a nossa pele quando é cortada, ela regenera-se sozinha. O problema é que o homem com sua ganância está extrapolando na exploração dos recursos que a Terra nos dá. É como se tivesse ferindo a pele, rasgando o tempo todo antes mesmo que possa se curar, sempre abrindo a ferida. E quando a terra não mais puder devolver suprimentos básicos para nossa sobrevivência, poderá ser o fim da humanidade. Como diz o Jacques Ellul, virá nosso Juízo, virá a conseqüência de todo nosso mal.

Enquanto ainda agirmos como meros gorilas, orangotangos e chimpanzés, competitivos, dominadores, que hierarquizam, isto é, enquanto vivermos com nossa parte animal da carga genética que nos compõe, o mundo pode estar em perigo. Pois quando se une esta parte com o poder de raciocínio que o ser humano tem, maldades faraônicas e inestimáveis podem ocorrer.

Se encontra agora o momento mais que oportuno para vivermos e desenvolvermos a parte que é o diferencial da humanidade: a solidariedade, a vivência em cooperação. Segundo Humberto Maturana o capitalismo representa a sobrevivência da Política do Chimpanzé. Política onde a competição está em pauta. Competir para quê se produzimos por ano o equivalente para consumo de mais 2 planetas terra além do nosso, e mesmo assim ainda 1,2 bilhões de pessoas no mundo passam fome. Ainda assim a cada 5 segundos alguém morre de desnutrição? Não há motivos para competir se a Terra nos dá o necessário para vivermos bem. A competição é um mecanismo para, querendo ser melhores que os outros, comprar mais ou ganhar mais e ganhar mais, quer dizer que produziu mais, e assim, enriquecer mais ainda os donos de industrias, fábricas, etc.

Devemos migrar, fazer uma transição da Política do Macaco que é dominadora, hierárquica e competitiva, para a Política do diferencial humano. Política baseado nos 2% de ácidos nucléicos e bases fosfatadas que temos de diferença, partindo da solidariedade, da cooperação, da igualdade. Onde no trabalho se paga justamente conforme o que se produz. Se pensarmos em quantas crianças, nós professores, temos a responsabilidade de educar, teremos uma noção do que podemos fazer e de como mundo poderá ficar melhor.


Lucas Gonzaga

1 Comentários:

Postar um comentário

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Seguidores


Mais Jogos no Jogos Online Grátis - Jogos de Meninos