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28 de nov de 2011

Top Five dos posts mais vistos da semana


Aqui estão os cinco textos mais vistos desta semana. Achará muitas vezes entre esses, contos e crônicas, crítica ou propostas pedagógicas, textos sobre educação e algumas coisas mais, porém é provável que sejam textos sobre Religião e Política que são os temas principais do blog. Vamos ver no que deu esta semana?


1º_  Reunião da Conspiração Gay: consegui me infiltrar!




Caros leitores, estou possuído da mais absoluta certeza de que muitos ficarão pasmos com tudo que irei dizer: consegui me infiltrar em uma reunião de Conspiração Gay. Meu coração foi a mil por dois motivos, o 1º é que eu tinha medo de ser descoberto e sei lá, de repente ao ser descoberto ter que receber alguma espécie de tortura sexual! “Tá amarrado, né?”, o segundo motivo do porque que meu coração foi a mil foram os absurdos que vi e ouvi. Os Gays realmente querem acabar com a família, querem absurdos de privilégios, estão até formando um plano para que surja um(a) presidente Gay! Estamos perdidos senhores, perdidos. A humanidade irá acabar! O que me deixou mais tenso é que para entrar eu teria que provar que era Gay e de uma forma muito constrangedora, no entanto me safei ao inventar um tanto de doenças: suspirei profundamente aliviado ao perceber acreditaram em minha lorota! Ufa!

Bom, tudo isso acima seriam as discrições de algum retardado difamador, que nunca se aproximou para saber o que ocorre, e claro, nem tem interesse, o que importa mesmo para os ignominiosos sujeitos é inventar e falar mal mesmo. Tudo isto consiste naquela mesma briga de raças, de que uma é superior e a outra inferior, uma é fruto do pecado e a outra não. Assim essa briga era levada nos E.U.A, as igrejas também tinham uma tal de “base bíblica” para afirmar a inferioridade do negro. Mortes e violências aconteciam constantemente sem mais nem menos, muitas das vezes simplesmente pela circunstância de um negro não levantar-se automaticamente quando um branco entrasse no ônibus.

 Todo este clima conspirativo foi inspirado no último discurso do Deputado Marco Feliciano, discurso que tive o desprazer de ler, um pedaço aqui:

“Trata-se de uma CONSPIRAÇÃO! Sim senhoras e senhores! Uma conspiração contra o certo, contra a família, contra a continuidade da existência humana!”, disse ele.[...]
 
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Senhoras e senhores, mas do que nunca preciso de auxílio de vocês, pessoas que passaram por experiências semelhantes e podem elucidar a questão, ajuda de advogados que se solidarizem com a situação da mulher, de grupos feministas, entidades religiosas que possam auxiliar... E não entidades religiosas que de certo modo acabam por reforçar a situação, etc. O auxílio que peço é estratégico, é tático, é um caso específico. Ao final deste apelo, leia também o texto que fez com que pessoas se identificassem e me procurassem.

O que aconteceu? Após o texto sobre a Maria da Penha onde falo sobre a fragilidade desta Lei, algumas mulheres me procuraram para relatar agressões. Umas desabafaram, outras disseram que procurarão ajuda, que se decidiram de vez. A maioria dos casos que ouvi foram casos leves, mas mesmo assim instiguei a tomarem as decisões e responsabilizem-se pelas decisões que tomaram, com suas consequências. Quem quer ficar em apanhando ou quem acredita na reconciliação com o marido, que fique! E quem quer sair que venha a planejar e saída. Falei com todas elas sobre a importância do apoio da família, pedi que se o homem resistisse, para que no dia em que saíssem de casa os homens e mulheres da família estivessem presentes e a polícia, como já disse: no mesmo dia.

Mas e agora no caso onde a mulher tem filhos, não tem o dinheiro necessário para se virar, mudar de cidade e sustentar-se sozinha, caso onde família estiver longe? Casos de espancamentos mensais, semanais e até diários, o que fazer? Como fica a situação de ameaça de morte caso mulher queira denunciar? [...]
 
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ELIANE BRUM 
O diálogo aconteceu entre uma jornalista e um taxista na última sexta-feira. Ela entrou no táxi do ponto do Shopping Villa Lobos, em São Paulo, por volta das 19h30. Como estava escuro demais para ler o jornal, como ela sempre faz, puxou conversa com o motorista de táxi, como ela nunca faz. Falaram do trânsito (inevitável em São Paulo) que, naquela sexta-feira chuvosa e às vésperas de um feriadão, contra todos os prognósticos, estava bom. Depois, outro taxista emparelhou o carro na Pedroso de Moraes para pedir um “Bom Ar” emprestado ao colega, porque tinha carregado um passageiro “com cheiro de jaula”. Continuaram, e ela comentou que trabalharia no feriado. Ele perguntou o que ela fazia. “Sou jornalista”, ela disse. E ele: “Eu quero muito melhorar o meu português. Estudei, mas escrevo tudo errado”. Ele era jovem, menos de 30 anos. “O melhor jeito de melhorar o português é lendo”, ela sugeriu. “Eu estou lendo mais agora, já li quatro livros neste ano. Para quem não lia nada...”, ele contou. “O importante é ler o que você gosta”, ela estimulou. “O que eu quero agora é ler a Bíblia”. Foi neste ponto que o diálogo conquistou o direito a seguir com travessões.
 
 - Você é evangélico? – ela perguntou.
 - Sou! – ele respondeu, animado.
 - De que igreja?
 - Tenho ido na Novidade de Vida. Mas já fui na Bola de Neve.
- Da Novidade de Vida eu nunca tinha ouvido falar, mas já li matérias sobre a Bola de Neve. É bacana a Novidade de Vida?
- Tou gostando muito. A Bola de Neve também é bem legal. De vez em quando eu vou lá.
- Legal.
- De que religião você é?
- Eu não tenho religião. Sou ateia.
- Deus me livre! Vai lá na Bola de Neve.
- Não, eu não sou religiosa. Sou ateia. [...]
 
 
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A tensão domina a população Carioca, o que irá acontecer? Um bombardeio? Iremos todos morrer? O exército se mobiliza, os fuzileiros se preparam e tomam posição. Porém que poderá com tão grandes e poderosos navios? Dizem que um bravo negro se encontra na liderança, usando um lenço vermelho em volta do pescoço que o identifica como comandante do Navio, aliás, estão chamando o negro de Almirante!

       No dia 22 de Novembro foi sequestrado um Navio de Guerra no Rio de Janeiro, um grande Navio, um dos maiores, se não, o maior. Tudo aconteceu após o cansaço dos marinheiros a respeito do tratamento racista e desumano. João Cândido foi quem liderou a Revolta, um Aldir Blanc e seu amigo João Bosco o chamam de Almirante Negro, uma ofensa para algumas pessoas de alta patente aqui em nosso país. Um Almirante Negro? O Almirantado, pode-se afirmar, é o patamar mais alto na hierarquia Naval, isto é, na Marinha Brasileira.

        A Rebelião já era a planejada fazia 2 anos e teve sua execução no dia 22 de Novembro, dois dias antes do planejado por motivos que despertaram a ira em todos os marujos.

         Relatos de João Cândido, o bravo herói que conduziu junto com Mão Negra toda esta insurreição:
        
Pensamos no dia 15 de novembro. Acontece que caiu forte temporal sobre a parada militar e o desfile naval. A marujada ficou cansada e muitos rapazes tiveram permissão para ir à terra. Ficou combinado, então, que a revolta seria entre 24 e 25. Mas o castigo de 250 chibatadas no Marcelino Rodrigues precipitou tudo. O Comitê Geral resolveu, por unanimidade, deflagrar o movimento no dia 22. O sinal seria a corneta das 22 horas. [...]

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_ Não desconheço a probabilidade d que alguns, se não muitos, defenderão cegamente a liberdade plena tangencialmente a culpa, todavia, a análise das estruturas das circunstâncias não é tão simples assim, nem mesmo em pequenas situações do cotidiano. Os defensores do que chamamos de livre-arbítrio costumam ser muito simplistas, mas sou minimalista, faço questão de destrinchar pela relação causa-efeito. Para toda causa há um efeito, e é claro, para todo efeito há uma causa. Em todo acontecimento existe motivos. Sou contundente no que diz respeito a um inquérito onde tudo deve ser analisado pormenorizadamente e enfático ao sempre insistir que, qualquer fator, por mais que possa ter uma aparência supérflua, sem valor, enfim, pode mudar o rumo de uma investigação. Tenho em vista que a ausência de evidências não é motivo para se pensar em ausência de crime!

Sem mais o detetive retirou-se da coletiva de imprensa improvisada e além do mais, muito mal improvisada na delegacia de Bangu, Zona Oeste do Rio de Janeiro, onde com calor é possível fritar ovo no asfalto de suas ruas. O calor era descomunal. A movimentação de Jornalistas e carros de polícia, curiosos, num misto de gente fazendo uma caminhada de Bangu ao Bairro de Padre Miguel com fim de chegar ao Cemitério do Murundu era igualmente descomunal ao calor que fazia. Entre sirenes, sons de máquinas fotográficas e faixas com pedidos de paz encontrava-se o assassinato tão falado  dos últimos 3 meses, o sujeito era motivo daquilo tudo: O Assassino-Virgem!
 
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2 Comentários:

jofema disse...

Muito bom!
Fernando Marin

Preso por fora disse...

Fernando, muito obrigado. Estes são pedaços dos textos mais lidos na semana, apontados pelas Estatísticas que o Blogger nos disponibiliza.

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