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19 de set de 2011

1º Capítulo de Engenho da Morte (título provisório), o livro online:


  

                Na expectativa para a última parte do 1º capítulo e, sem grandes idéias para nomes deste projeto que pode um dia tornar-se um livro, abro espaço ( que na verdade sempre esteve aberto), para sugestões de nomes de livro. Coloque em "comentários" ou envie um e-mail.

           A história começou com um personagem, Christian Enio, mas este personagem mora num local, logo então tive idéias de coisas que pudessem ocorrer neste local. Assim a trama foi crescendo. Este local é a Região da Zona Norte do Rio de Janeiro, onde a história se passa mais intensamente no Engenho de Dentro e Méier, mas terá passagens por Madureira, Complexo do Alemão e umas visitinhas em bairros mais nobres, para uma ida na praia. Além do mais, que suburbano, ou melhor, que ser carioca não gosta de uma praia? Se não todos, quase todos!

 Engenho de Dentro é um bairro que receberá eventos olímpicos em 2017!

Fica aqui o pedaço de algumas partes do 1º capítulo e uma notícia jornalística fictícia para entender a história. Basta clickar no título:


5 menores são brutalmente assassinados na Zona Norte do Rio de Janeiro



Parte I AQUI

Igreja e praça

_ Amém, amém e Graças a Deus!- Gritou o Pastor encerrando o culto. Ainda ocorrendo o grito enlouquecido e, quase ensurdecedor, emerge os aplausos dos espectadores que dali, um local aconchegante, iam para suas casas, alvoroçados, tamanho êxtase do que acontecera ali.

        Chris Enio andando em direção a porta da igreja: pensava e pensava. Saiu reflexivo. Despediu-se dos colegas religiosos e seguiu andando para casa. Estava triste, pois não foi curado do mal que lhe infligia o punho. Dor infernal sentia. Indagava a si mesmo se estava desprovido de fé, pois foi ensinado que sempre que estivesse com fé e a usasse, o que ele quisesse lhe seria dado por Deus.[...] Click no link acima para ler tudo.
 


Parte II AQUI  

Amigos de sangue
   
             O despertador toca. Na doce, mas embora pesada sonolência de quem trabalha a tarde e estuda a noite, soava-lhe ensurdecedor. O toque começava baixo e lento, de modo que conforme o tempo passasse, começava a ficar cada vez mais alto e acelerado.

Eram 6:30 hs.

      Chris Enio estava consciente, aflito pois não sabia o porquê, não entendia como não conseguia acordar. Parecia que não tinha controle do corpo, tentava se esforçava. Seu corpo permanecia inerte, não conseguia sequer abrir os olhos. Já acontecera a ele outras vezes, dava-lhe medo. Sentiu uma presença chegando em sua direção em passos leves. Foi gentilmente cutucado. Sobressaltado e assustado acordou por completo, suspendendo o tórax de modo rápido e involuntário ao centro da cama, sentado, como quem acordou de um pesadelo. A mãe, que o acordou, acudiu-lhe e perguntou:

        _ Está bem, teve pesadelo? Chris Enio, ainda sentado, olhou para baixo como quem estivesse refletindo e pegou-se em um sentimento de confusão.
                                                            ***
       Na noite anterior, depois de voltar da igreja no domingo, Chris Enio chegou em casa, assistiu um pouco de televisão. Um daqueles programas de domingo que passam faz anos. Ficou sentado recostando-se no braço do sofá . Esquentou a comida, pegou pano de prato, colocou em baixo do prato e comeu. Não estava muito bem e acabou deixando um pouco de comida no prato.
 [...] Click no link acima para ler tudo.


Parte III AQUI  

 Médico, relógio e infância

    Chris responde: _ Deve ser por isso que o Governador Célio Sobral chamou os médicos de vagabundos um dia desses. - Disse gesticulando e com o volume da voz um pouco alto para que alguns o ouvisse.

No mesmo momento em que falava tal coisa, Chris percebeu que havia uma presença ao seu lado direito. Olhou, era o médico. Na sua camisa, uma plaqueta escrita “Dr. Gonçalves”. Era um homem alto, de óculos e carregando uma maleta. O médico, Dr. Gonçalves, sorrindo de modo simpático, mas como quem diz “você não sabe de nada, meu caro”, disse com muita delicadeza e respeito:

_ Vote melhor da próxima vez!


        Chris franziu o cenho e sorriu com deboche pensando “... é um Fariseu, hipócrita... o que tem a ver voto com atraso?”. O médico, clínico, olhou para todos que ali o esperavam e disse:

_ Bom dia! Com licença!


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Parte IV AQUI  

   Começo do Fim


Na favela, ao som de funk e golpes de martelo na obra que acontecia, meninos conversavam no barraco de madeira que ficava ao lado do campo de terra onde jogavam futebol:

_ Ih, qual é neguinho? Não vai andar pra trás agora, né? – disse Lekin com raiva e gesticulando, característico de um bom malandro carioca.

_ Deixa o moleque, ele só tem 10 anos! – responde defendendo o “Menor”, apelido do menino, mais novo do grupo. 

Lekin continua, sem dar atenção a defesa do Menor por parte do Marcelo, vulgo Cachaça:

_ Qual é Menor, nós num vai roubar nenhum banco, não! É só um empréstimo de celular ou bolsa, mochila, sem devolução, de qualquer “Playboy” ou “Patricinha” por aí! – disse já em tom de quem está quase rindo. Todos puseram-se a rir, gargalhar, achando graça da expressões de medo que Menor fazia.

 [...] Click no link acima para ler tudo.


Parte V AQUI 

Indagações

Agora chutando o maxilar de Caveira, ordena para que o rapaz se recomponha e torna a falar:


_Você veio fazer o que aqui na favela?

       Caveira responde com voz trêmula, devido o maxilar frouxo, deslocado, babando sangue:   

_ Sou morador, senhor!

_Morador, usuário ou traficante? – indaga Ferreira.

_Morador meu senhor, eu juro por Deus! _ Caveira mal acabara de falar a palavra “Deus”, o chute lhe veio certeiro no nariz. O sangue escorria-lhe pelo rosto.

Ao que pôs a dizer Ferreira:

_ Não ponha o nome de Deus em vão seu filho de uma égua! Você tem passagem pela polícia? [...]
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