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25 de jul de 2011

Papel da Comunidade Escolar _ Parte I

     

      Escola, um local, uma instituição formada com seus componentes tais como: o corpo docente, administrativo, pedagógico, os próprios educandos, enfim, a Comunidade Escolar, da Merendeira ao Diretor. Designados para as funções, obviamente condizentes com o que se propõe a cada cargo. Instituição direcionada para certos fins, fins estes que, quando indagados, as respostas convencionais podem soar aos críticos como clichês repugnantes, respostas vagas e para os mais severos, digamos que até nauseantes. Se houver indagações sobre qual seria o papel da escola para a sociedade é possível que surja a resposta de que:

Esta instituição seria de utilidade com o fim de educar, formar, desenvolver moral, socializar, transmitir conteúdos.

      Contudo encontra-se no ar uma pseudo-incógnita: Tal instituição seria via de educação, formação de personalidade e de moral, de socialização, ética e tudo o mais, segundo os paradigmas de quem? Quem ou o que iria ser privilegiado com e resultado da maneira de educação? Seria igualitária ou dualista? Diferenciando objetivos para educação da elite e da popular?

       Então, pode-se concluir após breves perguntas que a questão não é nem pode ser abordada de forma simplista. A intenção aqui é introduzir para que nós: professores, educadores, pais, parentes, cidadãos, enfim, todo e quaisquer interessados em educação e no futuro da humanidade, não esquecendo o presente, é claro, venhamos a procurar insistentemente respostas sobre a educação. A questão não gira em torno apenas de qual seria o papel da escola, todavia de que forma seria aplicada. Como nos ensina, com sua argumentação arguta, Paulo Freire, não há educação apolítica. Está aí para todos lerem, simples e engenhoso, sem chances de se poder refutar, o livro do Mestre “Pedagogia do oprimido”. Como diz uma conhecida professora “Paulo Freire cada vez sempre mais atual!”

       Ao meu ver como leigo a situação da educação, de sobressalto tenho leves percepções e como jovem utópico, um misto de absurdos belíssimos, boas perspectivas e em contraponto um pessimismo oriundo de um determinismo que, esperando ser falho, atento-me mais a utopia que invade minha mente; todavia pode ser que o conflito entre minha utopia e o meu pessimismo resultem, por motivo de informação insuficiente a mim, em uma dialética prematura, portanto ineficiente. O que me leva a estar sempre em busca de conhecimento. Não sei até quando me permanecerá esta certeza, porém encontro-me a pensar que a educação pode vir a ser uma panacéia.  Creio que de acordo com a maturidade de vida e intelectual, um panorama límpido, construído é claro, sei que se abrirá lentamente, será instaurado, ao passar do tempo.

“Ninguém liberta ninguém, ninguém se liberta sozinho: os homens se libertam em comunhão.” _ Paulo Freire em Pedagogia do Oprimido.


Lucas Gonzaga

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 A próxima Parte será postada no Dia 1º de Agosto de 2011.

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